Código: 156

Respirador / Ventilador Pulmonar Mecânico de Emergência Pediatrico ao Adulto - VLP-2000E- Vent-logos

Marca: Vent-logos Modelo: VLP-2000E Disponibilidade: Disponível em 10 dias úteis


Por:
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É um ventilador/reanimador pulmonar mecânico com automático pneumático (dispensa o uso de rede elétrica ou baterias) ciclado a tempo e limitado a pressão. 
Desenvolvido para o atendimento básico de suporte à vida nas rotinas do pré-hospitalar, resgate, transportes e etc. atendendo as normas de ventilação pulmonar mecânica descritos nos manuais de suporte básico à vida (SBV). É também utilizado em procedimentos de ressucitação cardio-pulmonar e fisioterapia respiratória.

Desenvolvido com alta tecnologia, o VLP-2000E é o menor ventilador pulmonar mecânico automatizado disponível no mercado mundial. Projetado para ser utilizado em adultos e crianças (acima de 10kg).

Utiliza o modo de ventilação pulmonar mecânica denominado Pressure Control Ventilation (PCV), que é um modo com ciclagem a tempo, limite de pressão e fluxo de até 90l/min. Dessa forma, além de oferecer segurança sem risco de barotrauma, atende às necessidades de ventilação em pacientes pediátricos e adultos que apresentem complacência pulmonar normal ou pouco alterada.

Possui sistema Venturi, permitindo ao paciente respirar entre os ciclos respiratórios.

Funcionamento 
Automático (com único ajuste - controle de frequência)
No paciente sob máscara, um único socorrista é capaz de executar o procedimento com total eficácia, sendo necessário apenas um bom ajuste da máscara enquanto o VLP-2000E comanda a ventilação.
No paciente entubado, permite liberar o socorrista para outras atividades, diminuindo o congestionamento de profissionais no procedimento e reduzindo o custo operacional da unidade de resgate.
Desde que alimentado por pressão padrão (3,5 kgf/cm2), garante uma pressão inspiratória de até 25 cmH2O, dispensando o uso de manômetro de via aérea.
Obs: Possui botão de inspiração manual, o qual permite ao socorrista manobras com os ciclos de ventilação.
Controlando a pressão de via aérea
Pressão da rede
Pressão de via aérea
3,0 kgf/cm2 ou 2,94 kPa x 100 (43psi)    20cm de cmH2O(+-10%)
3,5 kgf/cm2 ou 3,43 kPa x 100 (50psi)    25cm de cmH2O
4,0 kgf/cm2 ou 3,92 kPa x 100 (57psi)    28cm de cmH2O (+-10%)
4,5 kgf/cm2 ou 4,41 kPa x 100 (64psi)    32cm de cmH2O (+-10%)
5,0 kgf/cm2 ou 4,90 kPa x 100 (71psi)    35cm de cmH2O (+-10%)


Obs.:
Quando se varia a pressão inspiratória variando-se a pressão da alimentação, há uma variação da relação I/E inversamente proporcional a pressão da fonte;
Ex.: Alimentando com pressão de 3,5 kgf/cm2, relação I/E = 1 : 2
Alimentando com pressão de 5,0 kgf/cm2, relação I/E = 1 : 1
Especificações
Baixo consumo de O2, seguro, robusto, simples de operar e de baixo custo.

Mecanismo: Pneumático;
Ciclagem: Tempo da fase INS/EX e EX/INS;
Fonte Propulsora: Oxigênio medicinal ou Ar a 3,5 kgf/cm2 ou (50 psi);
Pressão de Calibração: 3,5 kgf/cm2 ou (50 psi);
Pressão Inspiratória: até 25 cmH2O (PCV);
Frequência: 8 a 40 ciclos por minuto;
Relação I/E: 1:2 à 1:2,5 (variação +/- 3%);
Fluxo na Inspiração: até 90 l/min (PCV);
FiO2: 0.42 (42%). , se alimentado com Oxigênio medicinal e 0,21 (21%), se alimentado com Ar. É disponibilizado um acessório opcional para enriquecimento de Oxigênio (atingindo FiO2 de 100%);
Consumo de Oxigênio: 3 L/min (utilizando FiO2 de 42%);
Faixa Etária: Pediátricos (acima de 10 kg) e adultos;
Anti-Asfixia: Possui sistema Venturi, permitindo ao paciente respirar entre os ciclos respiratórios.
Obs.:
Possui apenas um controle: o de freqüência respiratória.
Acompanha o aparelho: 
Traquéia com 60 cm de comprimento 22x22 mm;
Válvula sem reinalação;
Tubo flexível de 2,0 metros com rosca padrão para oxigênio;
Abraçador;
Bolsa de nylon;
Manual do usuário;
Certificado 5 anos de garantia.
Características: 
Peso: 240 g
Dimensões: 145 x 35 mm (cilíndrico)
 
Indicado para: 
Emergência
Hospitais, pronto socorros, unidades de pronto atendimento (UPAs) e clínicas;
Exames que utilizam sedativos (risco de insuficiência respiratória).
Aeronaves, navios, plataformas de petróleo e locais com grande concentração de pessoas;
Em casos afogamentos;
Salvamento durante catástrofes: pode ser estocado por longos períodos de tempo para ser prontamente utilizado por socorristas (simples operação).
Procedimentos
Fisioterapia respiratória;
Recuperação pós-anestésica (centro cirurgico).
Ambientes restritos
RNM - Ressonância magnética;
Lugares sem estradas e sem eletricidade.
Transporte intra e extra hospitalar (ambulâncias e helicopteros);
Backup para ventiladores elétricos;
Humanização: melhora da mobilidade de pacientes presos a leitos e cadeiras de rodas;

*Foto Meramente Ilustrativa

 


 

Ventilador mecânico é um equipamento desenvolvido para proporcionar ar a pacientes que não podem respirar sozinhos. Sua principal função é promover o tipo de respiração adequada ao paciente.

São aparelhos que tem como função principal fornecer e retirar ciclicamente um determinado volume de gás do paciente, a fim de oferecer oxigênio (O2) e retirar o dióxido de carbono (CO2). 

Ventilador pulmonar pode ser definido como um dispositivo automático conectado às vias aéreas com o objetivo de aumentar ou prover a ventilação do paciente. Já o termo respirador é uma denominação genérica que se destina a designar todo e qualquer equipamento que proporciona ventilação artificial em seres humanos.

O que é ventilação mecânica?

Dentro dos pulmões o oxigênio do ar inspirado é transportado dos alvéolos para as hemácias, presentes nos capilares pulmonares, através de um processo de difusão. No ciclo respiratório normal o sangue, "rico" em oxigênio, chega até o átrio esquerdo pelas veias pulmonares e daí é levado para o ventrículo esquerdo, de onde é ejetado pela sístole ventricular até os tecidos. Em muitas situações patológicas o organismo pode se tornar incapaz de manter o ciclo respiratório normal. Nesses casos, a ventilação mecânica (ventilação assistida ou ventilação artificial) é o suporte oferecido ao paciente por meio de um aparelho mecânico, o ventilador, que auxilia ou permite as trocas gasosas normalmente feitas pela respiração espontânea. Este suporte pode ser oferecido em diferentes níveis de intensidade, desde uma grande até nenhuma participação do paciente, na dependência de sua condição clínica. A ventilação mecânica pode salvar vidas e é usada em várias situações críticas, desde a ressuscitação cardiopulmonar até a anestesia geral, passando por tratamentos intensivos.

Quando se deve indicar a ventilação mecânica?

Os limites precisos para indicar o início da ventilação mecânica nem sempre são nítidos. A ventilação mecânica deve ser indicada quando:

A respiração espontânea do paciente já não é suficiente para manter a vida.
Para reverter a hipoxemia, a hipercapnia e a acidose respiratória.
Para reverter ou prevenir atelectasias pulmonares.
Para permitir sedação e/ou curarização.
Para reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixa perfusão.
Para reduzir a pressão intracraniana ou para estabilização torácica.
Também é indicada como profilaxia de colapso iminente de outras funções fisiológicas que dependem de uma boa oxigenação do sangue.
A ventilação mecânica apenas presta assistência à respiração e deve ser mantida enquanto durar a deficiência, porque ela não cura a doença, a qual, se possível, deve ser corrigida. As indicações médicas mais comuns se dão em casos de lesão pulmonar aguda, apneia de várias causas, asma grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, acidose respiratória aguda, taquipneia significativa, retrações, sinais físicos de aflição respiratória, hipoxemia, hipotensão, choque, insuficiência cardíaca congestiva, doenças neurológicas, tais como a distrofia muscular e a esclerose lateral amiotrófica, etc. Essas indicações clínicas são apenas guias gerais e a decisão de iniciar a ventilação mecânica deve ser individualizada para cada paciente.

Como se realiza a ventilação mecânica?

A respiração mecânica é uma maneira de ajudar ou substituir por meio de aparelhos a respiração normal. É chamada "invasiva" quando qualquer instrumento penetra o corpo, através da boca (como um tubo endotraqueal, por exemplo) ou da pele (como um tubo de traqueostomia, por exemplo). Há dois modos de ventilação mecânica: positiva, em que o ar (ou uma mistura gasosa) é insuflada no interior da traqueia, e negativa, instituída por meio da criação de uma pressão subatmosférica ao redor do tórax e/ou do abdome do paciente, que aspira o ar para dentro dos pulmões.

A ventilação mecânica se faz através da utilização de aparelhos que, intermitentemente, insuflam as vias respiratórias com volumes de ar. É preciso certos cuidados para fixar as vias aéreas durante a ventilação mecânica, a fim de que o ar se dirija para a traqueia e não passe para o esôfago e o estômago. Para isso, normalmente, um tubo é introduzido na traqueia e é conectado a um aparelho que insufla ou suga o ar do interior dos pulmões. Esse tubo pode ser inserido através da boca ou do nariz ou de uma traqueostomia, abertura da traqueia feita através de uma incisão no pescoço. Em algumas outras circunstâncias e em casos mais simples, uma máscara respiratória laríngea pode ser empregada.

A entrada de gás para dentro dos pulmões ocorre devido à geração de um gradiente de pressão entre as vias aéreas e os alvéolos e que pode ser conseguido por um equipamento que diminua a pressão alveolar (ventilação por pressão negativa) ou que aumente a pressão da via aérea proximal (ventilação por pressão positiva).

Quais são as consequências possíveis da ventilação mecânica?

A ventilação mecânica pode trazer complicações potenciais, como pneumotórax, lesão das vias aéreas, dano alveolar e pneumonia, além de outras complicações que incluem atrofia do diafragma, diminuição do débito cardíaco e toxicidade do oxigênio. Umas das principais complicações que se apresentam em pacientes sob ventilação mecânica é a lesão pulmonar aguda e a síndrome do desconforto respiratório agudo, contribuintes significativos para a morbidade e mortalidade dos pacientes.

A ventilação mecânica controlada pode conduzir a uma rápida atrofia por desuso do diafragma, que pode desenvolver-se já dentro do primeiro dia. Entre as possíveis complicações da ventilação mecânica contam-se ainda o barotrauma (trauma gerado pela pressão), que é uma complicação da ventilação mecânica com pressão positiva e que inclui pneumotórax, enfisema subcutâneo, pneumomediastino e pneumoperitônio. Também na ventilação com pressão positiva pode haver prejuízo da motilidade ciliar e, consequentemente, do muco nas vias aéreas, podendo causar pneumonia.

Fonte: ABCMED, 2015

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