Código: 160

Respirador / Ventilador Pulmonar Mecânico de Transporte Pediátrico e Adulto VLP-4000P- Vent-logos

Marca: Vent-logos Modelo: VLP-4000P Disponibilidade: Disponível em 20 dias úteis


Por:
R$ 8.730,00

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O VLP-4000P é um ventilador pulmonar mecânico, acionado pneumaticamente, ciclado a pressão. É indicado para ventilação assistida/controlada em procedimentos e transportes intra-hospitalar (CTIs e prontos-socorros) e extra-hospitalar (em ambulâncias e helicópteros) e na fisioterapia respiratória (IPPV). Projetado para ser utilizado em adultos e crianças (acima de 10kg).

Utiliza um sistema de nebulização durante a fase inspiratória, independente do fluxo inspiratório ajustado, ocasionando uma nebulização eficiente mesmo com utilização de baixo fluxo.

O circuito de via aérea utilizada no VLP-4000P é compatível com a grande maioria dos ventiladores utilizados em Terapia Intensiva. Opcionalmente poderá ser preparado para operar em salas de ressonância magnética.
Funcionamento 
SISTEMA SEGURO E ECONÔMICO
O fluxo de oxigênio que sai do nebulizador é liberado somente na fase inspiratória, o que elimina o desperdício de oxigênio. 
A válvula expiratória incorporada ao aparelho, permite a utilização do circuito de via aérea com conexões e especificações adotadas na maioria dos ventiladores, sendo facilmente adquiridos no mercado nacional. 
Possui válvula estabilizadora de pressão interna que impede variações dos parâmetros ajustados, dispensando o uso de válvula estabilizadora externa. Possui filtro para admissão de ar ambiente; 
O gabinete do aparelho não atua no mecanismo de funcionamento, o que o torna robusto e confiável, pois em caso de dano na estrutura da caixa, o VLP-4000P continuará realizando suas funções;

Controles
Fluxo (Ti)
Tempo Expiratório (Freqüência)
Pressão Inspiratória (Volume)
Esforço para Ventilação Assistida
Ciclo Manual
Válvula Liga/Desliga
FiO2
PEEP
Especificações 
Dimensões do Equipamento: 19 x 12 x 25 cm;
Peso Líquido: 1,8 kg;
Dimensões da Embalagem: 23 x 44 x 33 cm
Peso Bruto: 3,2 kg;
Mecanismo: Pneumático;
Fonte propulsora: Oxigênio medicinal podendo variar de 3,5 a 5,0 kgf/cm2
Ciclagem: A pressão da fase INS para EX e a tempo da fase EX para INS;
Modo de Ventilação: CMV (controlada), AMV (assistida), CMV+AMV e Manual;
PEEP: Ajustável de 0 a 20 cm de H2O;
Tempo Expiratório: 0,5 a 15 segundos;
Intervalo de frequência: 6 a 60 ciclos por minuto (cpm) (FiO2 a 40%);
Relação I/E: ajustável para uma grande variedade de relações;
Fluxo Máximo: 60l/min (oxigênio a 100%) ou 90l/min (FiO2 40%);
Pressão Inspiratória: 10 a 70 cm de H2O
FiO2: 40% (sem carga a jusante) ou 100%;
Geradores: Fluxo (oxigênio a 100%) e pressão (FiO2 a 40%);
Resistência Expiratória: 2cm de H2O a 50l/min;
Válvula de Segurança: Regulada em 85 cm H2O;
Faixa Etária: Pediátricos (acima de 10kg) e adultos;
Acompanha o aparelho: 
Circuito de via aérea com micro-nebulizador (01 conjunto);
Manual do usuário;
 

ESTE PRODUTO DESTINA-SE EXCLUSIVAMENTE AO USO MÉDICO-HOSPITALAR.

 

*Foto Meramente Ilustrativa


 

Ventilador mecânico é um equipamento desenvolvido para proporcionar ar a pacientes que não podem respirar sozinhos. Sua principal função é promover o tipo de respiração adequada ao paciente.

São aparelhos que tem como função principal fornecer e retirar ciclicamente um determinado volume de gás do paciente, a fim de oferecer oxigênio (O2) e retirar o dióxido de carbono (CO2). 

Ventilador pulmonar pode ser definido como um dispositivo automático conectado às vias aéreas com o objetivo de aumentar ou prover a ventilação do paciente. Já o termo respirador é uma denominação genérica que se destina a designar todo e qualquer equipamento que proporciona ventilação artificial em seres humanos.

O que é ventilação mecânica?

Dentro dos pulmões o oxigênio do ar inspirado é transportado dos alvéolos para as hemácias, presentes nos capilares pulmonares, através de um processo de difusão. No ciclo respiratório normal o sangue, "rico" em oxigênio, chega até o átrio esquerdo pelas veias pulmonares e daí é levado para o ventrículo esquerdo, de onde é ejetado pela sístole ventricular até os tecidos. Em muitas situações patológicas o organismo pode se tornar incapaz de manter o ciclo respiratório normal. Nesses casos, a ventilação mecânica (ventilação assistida ou ventilação artificial) é o suporte oferecido ao paciente por meio de um aparelho mecânico, o ventilador, que auxilia ou permite as trocas gasosas normalmente feitas pela respiração espontânea. Este suporte pode ser oferecido em diferentes níveis de intensidade, desde uma grande até nenhuma participação do paciente, na dependência de sua condição clínica. A ventilação mecânica pode salvar vidas e é usada em várias situações críticas, desde a ressuscitação cardiopulmonar até a anestesia geral, passando por tratamentos intensivos.

Quando se deve indicar a ventilação mecânica?

Os limites precisos para indicar o início da ventilação mecânica nem sempre são nítidos. A ventilação mecânica deve ser indicada quando:

A respiração espontânea do paciente já não é suficiente para manter a vida.
Para reverter a hipoxemia, a hipercapnia e a acidose respiratória.
Para reverter ou prevenir atelectasias pulmonares.
Para permitir sedação e/ou curarização.
Para reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixa perfusão.
Para reduzir a pressão intracraniana ou para estabilização torácica.
Também é indicada como profilaxia de colapso iminente de outras funções fisiológicas que dependem de uma boa oxigenação do sangue.
A ventilação mecânica apenas presta assistência à respiração e deve ser mantida enquanto durar a deficiência, porque ela não cura a doença, a qual, se possível, deve ser corrigida. As indicações médicas mais comuns se dão em casos de lesão pulmonar aguda, apneia de várias causas, asma grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, acidose respiratória aguda, taquipneia significativa, retrações, sinais físicos de aflição respiratória, hipoxemia, hipotensão, choque, insuficiência cardíaca congestiva, doenças neurológicas, tais como a distrofia muscular e a esclerose lateral amiotrófica, etc. Essas indicações clínicas são apenas guias gerais e a decisão de iniciar a ventilação mecânica deve ser individualizada para cada paciente.

Como se realiza a ventilação mecânica?

A respiração mecânica é uma maneira de ajudar ou substituir por meio de aparelhos a respiração normal. É chamada "invasiva" quando qualquer instrumento penetra o corpo, através da boca (como um tubo endotraqueal, por exemplo) ou da pele (como um tubo de traqueostomia, por exemplo). Há dois modos de ventilação mecânica: positiva, em que o ar (ou uma mistura gasosa) é insuflada no interior da traqueia, e negativa, instituída por meio da criação de uma pressão subatmosférica ao redor do tórax e/ou do abdome do paciente, que aspira o ar para dentro dos pulmões.

A ventilação mecânica se faz através da utilização de aparelhos que, intermitentemente, insuflam as vias respiratórias com volumes de ar. É preciso certos cuidados para fixar as vias aéreas durante a ventilação mecânica, a fim de que o ar se dirija para a traqueia e não passe para o esôfago e o estômago. Para isso, normalmente, um tubo é introduzido na traqueia e é conectado a um aparelho que insufla ou suga o ar do interior dos pulmões. Esse tubo pode ser inserido através da boca ou do nariz ou de uma traqueostomia, abertura da traqueia feita através de uma incisão no pescoço. Em algumas outras circunstâncias e em casos mais simples, uma máscara respiratória laríngea pode ser empregada.

A entrada de gás para dentro dos pulmões ocorre devido à geração de um gradiente de pressão entre as vias aéreas e os alvéolos e que pode ser conseguido por um equipamento que diminua a pressão alveolar (ventilação por pressão negativa) ou que aumente a pressão da via aérea proximal (ventilação por pressão positiva).

Quais são as consequências possíveis da ventilação mecânica?

A ventilação mecânica pode trazer complicações potenciais, como pneumotórax, lesão das vias aéreas, dano alveolar e pneumonia, além de outras complicações que incluem atrofia do diafragma, diminuição do débito cardíaco e toxicidade do oxigênio. Umas das principais complicações que se apresentam em pacientes sob ventilação mecânica é a lesão pulmonar aguda e a síndrome do desconforto respiratório agudo, contribuintes significativos para a morbidade e mortalidade dos pacientes.

A ventilação mecânica controlada pode conduzir a uma rápida atrofia por desuso do diafragma, que pode desenvolver-se já dentro do primeiro dia. Entre as possíveis complicações da ventilação mecânica contam-se ainda o barotrauma (trauma gerado pela pressão), que é uma complicação da ventilação mecânica com pressão positiva e que inclui pneumotórax, enfisema subcutâneo, pneumomediastino e pneumoperitônio. Também na ventilação com pressão positiva pode haver prejuízo da motilidade ciliar e, consequentemente, do muco nas vias aéreas, podendo causar pneumonia.

Fonte: ABCMED, 2015

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